terça-feira, 10 de março de 2009

Vulgarismos à Parte

Vulgarismos à parte.
Letra: Ana e Robs
Melodia: Tonhinho.


Mentiras contadas numa noite quente de verão
Sobrancelhas cortadas, olhar sincero e escondido atrás de cinzas
Condenadas perdas de uma vida desvalorizada.
E ai você faz a virada.

Mãos frias encostadas, apesar de tudo em volta de nós.
Simplicidade imposta em seu sorriso,
Quebra de contrato sentimental,
E as horas vão passando AR: esperando um sinal.

Tudo corre, mas aqui dentro um silêncio predomina,
E esse toque descompassado me domina
Vulgarismos às vezes me passam pela cabeça,
Notando o quanto somos nem um.

Você me vem com neologismos tentando fazer
Com que todo mundo entenda o que você pensa
Você não entende meus neologismos,
Tentando parecer que eu não sei dizer o que digo.

Mentiras contadas numa noite quente de verão
Mãos frias encostadas, apesar de tudo em volta de nós.
Simplicidade imposta em seu sorriso
Quebra de contrato sentimental
E as horas vão passando esperando um sinal

Um sinal, mas aqui dentro um silêncio predomina,
Um seu sinal, hum meu bem onde está meu bem,
Estou a tanto tempo esperando,

Esse toque descompassado me domina,
vulgarismos a parte, a parte...
Me passam pela cabeça, pela cabeça,
Mostrando o quanto somos nenhum.

Quer baixar?
Tenho o link depois ponho aqui.
Se quiser a versão peça pra mim no msn :D

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Resolvi.

Resolvi abandonar esse blog.

Vou ficar em um mais feliz. :D
Dias melancólicos, cá estarei.
Mas como estou bem longe deles.
Not now.


domingo, 1 de fevereiro de 2009

Em que espelho ficou perdida a minha face?

Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
Em que espelho ficou perdida a minha face?
Cecilia Meireles



só qe já faz tanto tempo que TUDO MUDOU, que eu nem sei qem eu sou. vejo apenas uns resquícios de qem eu era, é como esse verso, disse isso e me lembrei dele.
então, mas tá tudo tranquilo agora, só qe o qe restou de mim depois da batalha, é alguém com amnesia sobre si mesma.

Domingos Preguiçosos?



Acho que não!
Pelo menos não os meus!

Levanto sempre cedo, lá pelas poucas 8 da manhã, e vou organizar minhas diversas coisas!



Coisas que vou ter que fazer,
Tabelas no excel para gastos (TODOS OS TIPOS DE TABELA!)
Coisas que tenho que vender, quanto quero pedir!
Nossa MUITAS coisinhas!

Gosto de esquematizar as coisas sabem como é?
Antes de fazer um livro tenho que organizar o que vou por, como vou por, pra falar a verdade faço até algoritmos para organizar melhor as idéias.
Ah, sim, vou fazer um caderninho de receitas, e um site tudo pela minha aupairquestion

Mas então... To pretendendo até fazer um diário para contar como andam essas coisas, e fazer essa parte da "ajudinha" qe pretendo fazer com isso tb.

Sei lá...
Nossa to meio sem sal agora...
;B

Thau! Depois eu volto e falo mais...!

sábado, 31 de janeiro de 2009

Mea Culpa.

Abra seus olhos, olhe para o lado, vizualise tudo aquilo que dantes não tinha esse gosto amargo.
Boceje vagarozamente, e encontre as 11:25 am, um veneno de 230mg.
Não leie, nem deleite, não aproveite dessa dor, não se embriague nesses versos. São doentes.
Há talvez em algum lugar uma janela aberta, emanando luz para quem sabe esse lugar se torne assim, como sua aparencia.
Você entra, você vê. você vê tanta luz, tantas cores, cores claras, nem parecem os contos da Epicuréia, mas não sabes, que tudo isso é dilacerado por dentro.
E ainda é fantasiado por essa luz, que engana a tudo que a conduz!
Não se sabe.
Não se sabe.
Nem quem mesmo te propõe esse veneno pode lhe dizer.
Foi feito por ela mesma,
conduzido e remexido,
desgostoso e prepotensioso.
iludido em versos doces.
e agora após todo esse parto e
mesmo após a depressão pós-parto,
tudo se tornou insubstituivel,
imóvel, inerente a tudo que dantes era diferente.
como podes pertencer TANTO ASSIM?
Mea culpa.

Por onde vaguei.