Se de dores que sinto pudera doer e latejar sem perceber
Se as dores que veem ficassem além e não parecessem a vida cravar
Quem me dera se o pranto que escorre
com os pés no chão e pelas ruas percorre
Sapatos na mão pranto contido
lugar esquecido?
nao!
doi.
[...]
continua a doer.
e eu penso que as dores deviam cessar,
mas não cessam, e meus passos, e meus olhos, e minhas mãos,
e nada.
[b]nada.[/b]
vazio.
silencio.
aaah.
ahm.
hmm.
aaah.
ahm.
sssss.
uma conversa, uma palavra, e agora e depois, um disfarce.
outro disfarce, uma busca para continuar disfarçando a alma da gente.


2 comentários:
Aee Ana... agora você tem um blog tbm...
Vou bisbilhotar sua vida bastante!
kkk..
morzinha nao tem o que inventar mais nao, :S
seu blogger ta Munito!
beijo e TE AMO!
Minha vida, minha historia, meu amor!
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::.Dan.::
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