segunda-feira, 10 de março de 2008

Quem me dera,

Se de dores que sinto pudera doer e latejar sem perceber
Se as dores que veem ficassem além e não parecessem a vida cravar
Quem me dera se o pranto que escorre
com os pés no chão e pelas ruas percorre
Sapatos na mão pranto contido
lugar esquecido?

nao!
doi.

[...]
continua a doer.
e eu penso que as dores deviam cessar,
mas não cessam, e meus passos, e meus olhos, e minhas mãos,
e nada.
[b]nada.[/b]


vazio.
silencio.
aaah.
ahm.
hmm.
aaah.
ahm.
sssss.

uma conversa, uma palavra, e agora e depois, um disfarce.
outro disfarce, uma busca para continuar disfarçando a alma da gente.

2 comentários:

hugobordercollie disse...

Aee Ana... agora você tem um blog tbm...

Vou bisbilhotar sua vida bastante!

Skye A. R. Gouveia disse...

kkk..

morzinha nao tem o que inventar mais nao, :S

seu blogger ta Munito!

beijo e TE AMO!

Minha vida, minha historia, meu amor!

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::.Dan.::

Por onde vaguei.